quarta-feira, 14 de maio de 2008

Clichê

Quando falamos de amor tudo parece extremamente clichê e eu acho que até é. Os suspiros, as pernas virando gelatina, as malditas borboletas, que confesso, nunca senti. Vira mais clichê ainda quando se tem um trilha sonora, ou apenas uma música. O clichê das declarações, dos presentes, da vontade de estar junto. O clichê de mover montanhas e ir até o fim do mundo pela pessoa. O clichê do amor a primeira vista e do platônico. Muito mais que isso, o clichê de amar.
Espero que isso soe tão clichê quanto eu desejo, as vezes o clichê é um bom sinal.

Se eu tivesse o meu próprio mundo, o faria o melhor possível. Uniria mais um vez os continentes, te traria para o mais perto possível de mim. Moveria montanhas e com certeza iria até o fim do mundo por um simples sorriso. Faria tudo parar apenas para te agradar, para ter você ao meu lado, que é a coisa que eu mais preciso no momento. Preciso de alguém que se importe, alguém que eu realmente ame. De alguém com um sorriso lindo, com olhos pequenos e brilhantes, alguém que me faz sorrir todos os dias e noites da minha vida, alguém especial o bastante para ocupar o lugar que ocupa no meu coração, o lugar que é digno de ser seu. De alguém que parece ter o melhor abraço do mundo e a pele mais macia, alguém muito melhor que eu. Eu preciso de você, Dougie. Mais que qualquer coisa na minha vida. É só de você e do seu abraço que eu preciso agora.

2 comentários:

Mari Fundão disse...

é tão clichê eu falar que você escreve bem pra cacete, stefania?

eu te amo ♥

Dayane Araujo disse...

clichê dizer oi? ♥